A porta.

Madeira pintada, de vermelho ali jaz morta;

Imóvel, móvel, cheia de vida…

Local de passagem em que toda a gente toca;

Dentro, fora, luz, sombria…

Na Rua da Amieira em Mação;

Não subia nem descia;

Passava em passo largo;

Mas atento ao que via;

Guardado no meu pensamento;

Cinquenta e quatro;

O abstrato ou realidade;

Do momento a transcrever;

Com pigmentos diluídos;

Numa folha de papel.

Gady

(Rui Miguel Roseiro Santos)

15-2-2021

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